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O que é o ácido hialurônico? Entenda como usar e os principais riscos

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O ácido hialurônico (AH) é a mais nova “fonte da juventude” e tem sido bastante procurado nos consultórios de dermatologia e em clínicas de estética.

Com a promessa de deixar a pele mais firme, sem rugas e marcas de expressão, o que não faltam são produtos cosméticos que levam essa substância em sua composição – incluindo cremes para o cabelo e sabonetes para o corpo.

Mas, afinal, o que é o ácido hialurônico? Como funciona? Quais são seus principais riscos e contraindicações?

A resposta para essas e outras perguntas você confere nas próximas linhas deste conteúdo.

O que é o ácido hialurônico?

Podemos definir o que é o ácido hialurônico como uma substância que nosso próprio corpo é capaz de produzir e que é responsável por manter as células da nossa pele hidratadas, garantindo um aspecto de firmeza ao tecido.

No entanto, foi apenas em 1934 que Karl Mayer e John Palmer descobriram o ácido hialurônico. Na época, ambos eram estudantes da Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

A descoberta se deu a partir de um experimento em que Mayer e Palmer conseguiram isolar essa substância presente nos olhos de vacas.

O nome “ácido hialurônico” vem da junção de “Hyalos” (vidro em grego) e ácido urônico (também conhecido como “ácido de açúcar”).

Para que serve o ácido hialurônico?

Como bem pontuamos no tópico anterior, a principal função do ácido hialurônico é manter as células da pele bem hidratadas. Isso acontece devido à capacidade que essa substância tem de reter água.

Porém, à medida que vamos envelhecendo, a concentração do ácido hialurônico no organismo começa a diminuir. Assim, nossa pele fica menos firme e mais flácida, perdendo sustentação e ganhando rugas.

Em entrevista à coluna Viva Bem, da UOL,  a coordenadora do Grupo de Cirurgia Estética, Cosmiatria e Laser da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Alessandra Grassi Salles, explica:

“Com o passar dos anos e o processo de envelhecimento, a gente vai perdendo a matriz extracelular da pele, que se torna mais fina e solta”.

Por “matriz extracelular”, a especialista se refere às substâncias que preenchem o tecido celular da pele – dentre elas, o ácido hialurônico – e a deixam mais firme e espessa.

Com o déficit de ácido hialurônico produzido naturalmente, muitas pessoas buscam repor essa substância e devolver à pele o aspecto “jovial” por meio de intervenções estéticas.

Como usar o ácido hialurônico para fins estéticos?

Entendido o que é o ácido hialurônico, é hora de explicarmos como usar o ácido hialurônico. Na maioria das vezes, essa substância é aplicada para fins estéticos.

Ácido hialurônico em gel e creme

Atualmente, várias marcas do mercado de cosméticos desenvolvem produtos à base de ácido hialurônico em creme e gel para uso tópico. Ou seja, são produtos de aplicação externa, como máscaras hidratantes para o rosto.

Quando apresentado na forma de gel ou creme, o ácido hialurônico tópico contribui muito para a hidratação da pele e para a prevenção de rugas. Porém, ele não apresenta uma ação preenchedora – o que só é observado na forma injetável do AH.

Aplicação nas camadas internas da pele

Outra forma de saber como usar o ácido hialurônico é pelas aplicações dessa substância nas camadas internas da pele.

Com agulhas finas, o dermatologista – ou outro profissional especializado em estética e com autorização para realizar esse tipo de procedimento – introduz o ácido hialurônico na pele.

O foco pode ser o preenchimento de rugas, o aumento dos lábios ou a tão falada harmonização facial.

No vídeo abaixo, o Dr. Leonardo de Deus Mello explica quantos ml de ácido hialurônico deve-se utilizar no procedimento de harmonização facial:

Harmonização Facial com Ácido Hialurônico: Quantos Ml? #acidohialuronico

Quais são os riscos e contraindicações do ácido hialurônico?

Como você pôde conferir, o ácido hialurônico tende a ser muito benéfico, pois ajuda a devolver a hidratação que foi perdida com o envelhecimento.

No entanto, existem alguns riscos e contraindicações que rondam o uso desta substância, principalmente nas aplicações injetáveis. Os principais são:

1 – Aplicação na área errada

Um dos maiores riscos que envolvem o ácido hialurônico é a aplicação dessa substância em uma área errada do rosto.

Quando isso acontece, o AH pode bloquear vasos responsáveis pela irrigação sanguínea dos tecidos da face. Com o entupimento, esses tecidos podem necrosar. Em casos mais graves, o paciente pode até perder a visão (tendo em vista que o ácido hialurônico é comumente aplicado em regiões próximas aos olhos).

2 – Alergia à hialuronidase

Quando o ácido hialurônico é aplicado de forma equivocada, causando o entupimento dos vasos sanguíneos, uma alternativa para corrigir isso é o uso da substância hialuronidase.

Trata-se de uma enzima que “quebra” o AH e faz com que ele seja absorvido mais rapidamente pelo organismo. Contudo, existe o risco de o paciente ser alérgico a essa substância e ter reações graves.

3 – Reações inflamatórias

Por fim, certos pacientes podem experimentar algum tipo de reação inflamatória após a aplicação do ácido hialurônico nas camadas internas da pele. Essas reações incluem vermelhidão e inchaço na região em que o produto foi aplicado.

Em geral, essas reações são passageiras, pois o organismo é capaz de absorver naturalmente o AH com o passar do tempo.

E então, ficou claro para você o que é o ácido hialurônico, para que serve e como usar essa substância?

Se você estiver pensando em realizar algum procedimento estético de aplicação injetável do ácido hialurônico, fique bem atento aos riscos e contraindicações. Por sinal, busque um profissional especializado e autorizado a fazer esse tipo de intervenção estética.

Mas, caso prefira o ácido hialurônico em gel ou creme para uso tópico, você pode encontrar diferentes opções de produtos na plataforma Memed+. Por lá, é possível comparar o preço em diferentes drogarias e farmácias parceiras e, ainda, receber os seus itens em casa com agilidade e segurança.

Este artigo foi escrito por Memed, um ecossistema da saúde que conecta pacientes e médicos para aumentar a adesão ao tratamento, além de possibilitar a economia na compra de medicamentos e itens para cuidados pessoais.

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