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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, durante cerimônia de transmissão de cargo em Brasília, em 2 de fevereiro Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, durante cerimônia de transmissão de cargo em Brasília, em 2 de fevereiro Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Caso Petrobras – Nova fase da Lava Jato não constrange governo, diz ministro

O ministro de Relações Institucionais, Pepe Vargas, afirmou nesta quinta-feira que a nona fase da Operação Lava Jato não cria constrangimentos para o governo. O petista disse que se houver envolvimento de alguma pessoa de seu partido, a legenda terá de tomar providências.

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, durante cerimônia de transmissão de cargo em Brasília, em 2 de fevereiro Foto: Wilson Dias / Agência Brasil
O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, durante cerimônia de transmissão de cargo em Brasília, em 2 de fevereiro
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Nesta quinta, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, citado como suposto operador do partido no esquema de corrupção na Petrobras, foi levado para depor na Polícia Federal. A nova operação investiga 26 empresas. Ao todo, 26 empresas são alvos de mandados de busca e apreensão.

“Para o governo, não cria constrangimento algum. Se houver algum envolvimento de alguma pessoa do PT, o PT ter que tomar as atitudes que tem de ser tomadas. Vamos aguardar o desdobramento desse episódio”, disse Pepe Vargas, após cerimônia de posse do ministro Mangabeira Unger para a Secretaria de Assuntos Estratégicos.

O ministro voltou a dizer que a CPI criada na Câmara para investigar a estatal é um instrumento de disputa política e minimizou as desavenças entre a base aliada na Casa.

“Nós tivemos uma disputa entre candidatos da base aliada que está superada. Ontem mesmo a base aliada votou conjuntamente várias medidas, aprovando inclusive o texto original de uma MP. A base aliada vai trabalhar conjuntamente, agora se algum parlamentar assinou um pedido de CPI, isso é prerrogativa e um direito de cada parlamentar”, disse, em relação aos 52 governistas que deram aval para a CPI.