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Onde será o segundo cassino mineiro?

Onde será o segundo cassino mineiro?

Onde será o segundo cassino mineiro?

 

Há vários meses que não há novidades do Congresso sobre o projeto de liberação dos jogos de azar, depois de ser rejeitado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado no início de março. Aparentemente, se tratou de uma vitória para todos (partidos políticos e cidadãos) que consideram o jogo como um vício a evitar.

Liberação adiada… mas não congelada

Enquanto a nova lei não chega, é claro que os brasileiros vão procurando plataformas como o cassinosbrazil.com.br para poderem acessar jogos sem precisar voar até Las Vegas ou Foz do Iguaçu (e cruzar a fronteira). E esse crescimento dos jogos online é uma das provas de que o relacionamento da sociedade brasileira com os jogos de azar precisa ser revisto, ou pelo menos adaptado a nosso século.

Mas não se pense que o projeto bloqueou de novo: os políticos estão apenas aguardando que passe o ano eleitoral e chegue um novo presidente. A prova está no fato de o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, ter novamente recebido empresários de Las Vegas interessados em investir na cidade, depois de já o ter feito em 2017.

Dois cassinos para Minas

De acordo com as intenções gerais do projeto de lei, a ideia seria privilegiar o conceito de “cassino resort”: grandes estabelecimentos de diversão e entretenimento com fins turísticos, com milhares de máquinas e mesas de jogo junto com restaurantes, hotéis, casas de espetáculo, etc. Esse é o tipo de investimento que leva empresários de Las Vegas a ser recebidos pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, cuja orientação religiosa não parece estar impedindo negociações com esses representantes do pecado e do vício.

Teria um limite máximo de licenças para “cassinos resort” em cada estado, de acordo com seu número de habitantes. Assim, teria três cassinos em estados com mais de 25 milhões de habitantes, dois em estados entre 15 e 25 milhões, e uma só licença de cassino em estados com menos de 15 milhões de habitantes. Isso significa, obviamente, que Minas Gerais terá direito a duas licenças de “cassino resort”.

Belo Horizonte… e que mais?

No passado recente, muito se falou da possibilidade de abertura de cassinos em diversas regiões de Minas. Em 2016, um artigo do Globo referia a possibilidade de vários estabelecimentos se instalarem de novo no Sul de Minas, reativando a tradição anterior à proibição de 1946. Contudo, o perfil do projeto de lei, privilegiando os grandes estabelecimentos, não dará espaço para esse tipo de ideias.

Parece quase certo que a capital receberá pelo menos um dos investimentos. Já se falou até que poderia ficar na própria Cidade Administrativa. (Irônico: o edifício projetado como cassino por Oscar Niemeyer virou Museu de Arte; o conjunto projetado também por ele e para outro fim, viraria cassino.) No entanto, seria injusto que a capital recebesse ambas as licenças para esses centros de criação de emprego e fomento do turismo.

Não estará aqui uma boa oportunidade para Montes Claros?

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