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Um em cada três brasileiros que têm conta bancária também é cliente de fintechs, entenda por quê

Um em cada três brasileiros que têm conta bancária também é cliente de fintechs, entenda por quê

Apesar de ser uma segunda opção, as contas em fintechs têm chamado a atenção.

Um em cada três brasileiros que têm conta bancária também é cliente de fintechs, entenda por quê

 

Fintechs estão se tornando uma opção interessante para manter uma conta bancária, mesmo que secundária. Talvez, o termo ainda seja estranho e o que você conhece é a chamada conta digital, que nada mais é do que uma conta bancária gerenciada por uma fintech.

Além de oferecerem a opção de contas bancárias digitais, com vantagens como transferências gratuitas para qualquer banco e sem pagamento de taxas de anuidade, também são ótimas plataformas de investimento.

Pense que, antes de surgirem essas empresas, investir era algo mais complicado, voltado apenas para quem realmente entendia do assunto. Tudo se resumia a ações ou títulos do governo, e o custo para realizar as aplicações era um pouco mais alto.

Agora, fazer um investimento se tornou algo muito mais prático e simples. Basta abrir uma conta corrente em uma fintech e escolher uma das muitas opções oferecidas. Quem cuida da sua aplicação é a fintech, e se tornou muito mais fácil ser um investidor.

O que é uma fintech?

Fintech é uma palavra que vem do inglês, juntando a ideia de financeiro e tecnologia. São empresas — a maioria — startups, que inovam e revolucionam os serviços financeiros já conhecidos, como as contas bancárias, as formas de pagamento, o empréstimo, o financiamento coletivo e o investimento.

Muitas pessoas conheceram essas empresas — inicialmente — por meio dos cartões de crédito sem anuidade e com juros abaixo do mercado. No entanto, aos poucos, as fintechs foram conquistando seu espaço e oferecendo outras modernas formas de organizar a sua vida financeira.

Por que os brasileiros gostam do serviço

O Brasil é conhecido por ter uma das taxas de juros mais altas no cartão de crédito. Além disso, as tarifas bancárias para a realização de serviços simples — como a transferência — também não são baixas. Isso pode ser facilmente explicado pelo cenário econômico brasileiro. Os bancos precisam de uma garantia de que vão rever o dinheiro e que o cliente vai utilizar seus produtos e serviços.

As fintechs enxergaram, então, uma oportunidade de entrar em um mercado e oferecer vantagens para seus clientes. Principalmente para aqueles que têm alguma dificuldade para abrir uma conta tradicional, conseguir um cartão de crédito ou até mesmo fazer um empréstimo.

A ideia de pagar juros menores, ter fácil acesso a um cartão de crédito e a financiamentos, e, mais recentemente, poder investir sem sair de casa — ou gastar mais para isso — acabou conquistando a população brasileira, ainda mais os jovens.

Assim, a conta corrente, ou poupança, em um banco tradicional acaba se tornando a principal, ou mesmo a fonte segura, mas não há motivos para não ter uma conta secundária em uma fintech. A tendência é que, quanto mais esses serviços cresçam no mercado brasileiro, mais a população se interesse pela moderna forma de investir e lidar com suas finanças.

Brasil tem alta adesão ao banco digital

Apesar de as fintechs ainda precisarem passar um pouco mais de segurança para os brasileiros, para que a conta digital se torne a principal, o Brasil ainda tem alta adesão a esse tipo de serviço.

Uma pesquisa feita pela consultoria Kantar mostra que, apesar de um terço da população brasileira ter uma conta digital, apenas 9% a usa como única ou principal. Na Índia e na China a adesão aos serviços das fintechs ultrapassa os 50%, enquanto nos Estados Unidos mal chega aos 2%.

O que se percebe na pesquisa realizada pela Kantar é que nos países desenvolvidos, os bancos trabalham muito bem a oferta de seus serviços, a ponto de serem sempre a primeira escolha de seus clientes.

Já nos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, as vantagens oferecidas pelos bancos digitais conquistam as pessoas, mas a segurança oferecida pelo banco tradicional ainda faz com que as fintechs sejam uma segunda opção. No entanto, a tendência é que isso mude. Quase 40% dos brasileiros já confia totalmente nos bancos digitais.

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