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Levar crianças à igreja é violação dos direitos humanos, segundo ONU

Levar crianças à igreja é violação dos direitos humanos, segundo ONU

Levar crianças à igreja é violação dos direitos humanos, segundo ONU
Levar crianças à igreja é violação dos direitos humanos, segundo ONU

 

Um relatório publicado pela ONU tem causado grande debate. Um grupo de observadores da organização visitou o Reino Unido e avaliou que há preocupação com as crianças serem obrigadas a participar de serviços religiosos e cultos.

Os responsáveis pelo Comitê das Nações Unidas afirmaram que frequentar a igreja poderia ser uma violação dos direitos humanos. E, indicaram, ainda, que o governo “revogue as disposições legais sobre frequência obrigatória em atos de caráter cristão”.

No Reino Unido, até o quinto ano, participar de cultos religiosos faz parte das atividades, como aulas de ensino religioso. As crianças são dispensadas caso os pais não autorizem ou pertençam à outra fé.

O que pensa o brasileiro 

A assistente social Silvana Patrícia Costa foi criada e levou os filhos dela para a doutrina evangélica.

“Todo ser humano precisa ter uma formação religiosa. Saber que existe um Deus que rege tudo. A igreja não é responsável em educar filho de ninguém, nem fazer lavagem cerebral. Mas, é necessário que as crianças tenham um referencial, como os pais, para ensiná-las e conduzi-las”, afirma.

O Padre Edilson Bonfim, da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, afirma que a declaração é um disparate.

“É uma tradição que deve ser respeitada, de cada povo, cada nação, cada cultura. Sobretudo para nós cristãos, que temos como parâmetro de vida. Deus deixou para nós uma instituição hierárquica, que é a igreja e, é por isso, que ela sobrevive. O que não tem uma hierarquia, não tem organização. É mais que necessário importantíssimo educar as crianças, doutriná-las e inserí-las em uma instituição religiosa.Sabemos do legado que a igreja deixou para o mundo”, opina.

No relatório da organização não menciona qualquer violação de direitos humanos por parte do islamismo, que administra várias escolas. 150 recomendações são compiladas, apontando que a Grã-Bretanha pode estar violando a Carta da ONU sobre os Direitos da Criança em vários aspectos.

Líder de um projeto de crianças em uma igreja batista, Vânia Maciel, afirma que “se a ONU estivesse atenta aos direitos humanos, à dignidade humana, se manifestaria contra a martirização e tortura que acontece contra os cristãos, sofrimento provocado por muçulmanos. Ninguém ouve a voz da ONU em favor dos direitos humanos dos cristãos que estão sendo barbaramente assassinados”, enfatiza.

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