O mercado de eletricidade do Brasil é o maior da América Latina e desempenha um papel importante na economia. O setor de energia responde por cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e sustenta outros setores econômicos importantes, como a indústria.

Quem são os maiores interessados no mercado livre de energia?

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O mercado de eletricidade do Brasil é o maior da América Latina e desempenha um papel importante na economia. O setor de energia responde por cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e sustenta outros setores econômicos importantes, como a indústria.

O setor elétrico tem capacidade de aproximadamente 173,6 gigawatts (GW) distribuídos em 9.013 usinas, incluindo as seguintes fontes:

  • Energia hidrelétrica (62,24%)
  • Combustíveis fósseis (16,53%)
  • Vento (9,34%).
  • Biomassa (8,98%)
  • Solar (1,78%)
  • Nuclear (1,13%)

Nos últimos 20 anos, o setor de energia foi reestruturado e aberto ao investimento estrangeiro na produção de energia. Nesse contexto, o governo aprovou a Lei nº 8.987/1995 (Lei de Concessões) e a Lei nº 9.074/1995 (Lei de Concessões de Energia Elétrica).

Essas leis reformularam o mercado de eletricidade, estipulando que todas as concessões para os principais serviços de energia devem ser concedidas por meio de um processo de licitação aberta. Isso desenvolveu um mercado livre de energia que se tornou mais competitivo quando alguns consumidores de energia foram autorizados a comprar energia diretamente de fornecedores.

O mercado regulado de energia é composto principalmente por distribuidoras e consumidores cativos, cujas relações comerciais são integralmente reguladas pela ANEEL. As empresas de distribuição podem cobrar uma taxa fixa pela energia que fornecem.

No entanto, devem obter todas as suas permissões por meio de leilões de energia organizados e fiscalizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Consumidores livres de energia, geradores e empresas comerciais são os principais personagens desse mercado. Esses agentes são abertos para negociar suas próprias quantidades e preços de energia.

Os principais objetivos

Para determinarmos quem são os maiores interessados na política do mercado de energias livre, primeiro necessitamos saber quais são os principais objetivos de todo este projeto.

A ANEEL estabeleceu várias metas estratégicas para o desenvolvimento do setor, sendo elas:

  • Promover um ambiente regulatório propício ao desenvolvimento eficiente e sustentável do setor.
  • Garantir serviços de energia de qualidade a preços justos e tarifas de energia elétrica.
  • Tomar medidas consistentes para melhorar, simplificar e consolidar a regulamentação.
  • Promover um ambiente regulatório propício à inovação tecnológica e à eficiência energética.
  • Aprimorar o processo de leilão e a gestão das concessões e autorizações outorgadas pela ANEEL, com foco no cumprimento contratual e regulatório.
  • Otimizar os processos de inspeção com foco no monitoramento, prevenção e melhoria da qualidade dos serviços prestados. Melhorar a eficácia da participação pública e da comunicação social.
  • Aprimorar os procedimentos administrativos decisórios para garantir pontualidade, qualidade, estabilidade e segurança regulatória.
  • Melhorar a infraestrutura física, os recursos materiais e os serviços administrativos.
  • Modernização da infraestrutura e soluções de tecnologia da informação. Garantir autonomia na tomada de decisões, administração, orçamento, finanças e gestão de pessoas.

Com todos estes objetivos, fica muito simples de se entender os maiores interessados, e principalmente quem são as pessoas que vão sair ganhando com este novo estilo de vendas de energia, o mercado maior favorece a competição, e o cidadão que era o consumidor básico passa a ser o beneficiado.

Quem são os maiores interessados

Nos próximos meses o mercado energético brasileiro vai ser inundado por diversos fornecedores, o que por consequência vai fazer com que o preço da energia caia consideravelmente.

Consumidor

Os brasileiros querem a liberdade de escolher seu próprio fornecedor de energia. Segundo pesquisa, 80% dos entrevistados querem esse direito, o que deve garantir que todos possam usufruir dos benefícios do mercado livre. Segundo o Ibope, isso ajudará a reverter a situação atual em que 84% da população considera a energia cara ou muito cara.

A perspectiva é que, com o avanço da reforma do setor elétrico, a abertura do mercado se torne uma realidade. O Brasil seguirá então o modelo de sucesso já empregado por vários países, onde os consumidores podem escolher fornecedores de energia da mesma forma que escolhem provedores de internet ou telefonia. Embora essa alternativa não esteja disponível para sua casa, agora você pode contar com essa possibilidade em suas operações comerciais.

Benefícios do mercado livre de energia

  • A liberdade de escolher quem compra e negocia assuntos comerciais. Com o mercado livre e regularizado, você pode traçar um planejamento preciso do consumo que possui, deste modo pode negociar e conversar sobre as suas pendências, chegando a um acordo que seja benéfico a todos.
  • Pague menos do que os preços do mercado tradicional. A ampla concorrência vai não só trazer empresas especializadas em energias renováveis ou mais limpas, mas também vai gerar uma oferta exata para o que você possui.
  • Compra através do mercado livre de energia a que atende às suas necessidades de consumo com base no seu processo de produção.
  • Use taxas de ajuste pré-acordadas para planejar melhor seu orçamento e evitar surpresas, ao realizar um acordo formal, você vai estar protegido das oscilações que a energia sofre por todo o país.

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