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Libertadores – Cruzeiro massacra o Vasco e coloca um pé nas oitavas da Libertadores

Libertadores – Cruzeiro massacra o Vasco e coloca um pé nas oitavas da Libertadores

A situação parecia turbulenta na Libertadores. Só parecia. O Cruzeiro chegou chutando a porta em São Januário na noite de ontem e mostrou que as oitavas de final estão logo ali. Uma realidade tangível, palpável. Segue o percurso e a escrita.

Libertadores - Cruzeiro massacra o Vasco e coloca um pé nas oitavas da Libertadores
Libertadores – Cruzeiro massacra o Vasco e coloca um pé nas oitavas da Libertadores

 

Extremamente doutrinador no Rio de Janeiro, a Raposa voltou a golear na Libertadores, dessa vez derrubando o Vasco por 4 a 0, três gols só na primeira etapa. Em dois jogos, o time comandado por Mano Menezes saiu de pior ataque ao time mais goleador do torneio continental, com 13 gols marcados. Saiu de lanterna para líder, nem que seja provisoriamente da chave 5, agora com oito pontos e incríveis nove gols de saldo.

O time celeste agora só acompanha o Racing frente a Universidad de Chile hoje, às 19h15, para saber o que será necessário fazer no Mineirão, no dia 22 de maio, para classificar-se, sem mais delongas, para o mata-mata da Libertadores. Dependendo do que acontecer, até um empate pode selar a vaga.

Era mais uma noite de decisão para o Cruzeiro. Aquele clima de vai ou racha pairava no ar. Até porque o Vasco também tinha chances de classificação com um resultado positivo. Mas o Cruzeiro fez o jogo ficar fácil. E a festa começou aos 9 min, quando Léo, em posição irregular, escorou um cruzamento de Egídio e abriu o placar.

Aos 24 min, Egídio voltou a aprontar das suas. O lateral estava possuído pelo “biziu da perninha” e colocou Thiago Neves em grande posição para marcar o segundo do Cruzeiro. E, digamos, que Egídio viveu o hat-trick das assistências, dando aquele passe para Sassá, outro nome da noite, enfiar uma pancada de fora da área aos 32 min da etapa inicial. E o golaço da Raposa explodiu um clima bastante hostil em São Januário.

Juntou-se a fúria com a eliminação vascaína e os protestos contra o presidente Alexandre Campelo. A Polícia teve que intervir e o jogo ficou por sete minutos paralisado. O primeiro tempo então se foi. E no segundo as coisas não fugiram muito da rotina. Aos 9 min da etapa final, Sassá deu o golpe de misericórdia ganhando na disputa de Werley. Um lance realmente bisonho do defensor e que mostrou todo o oportunismo do atacantes das sarradas.

O Vasco estava tão entregue que até Mano Menezes deu aquela fugidinha para ir ao banheiro. Voltou e a situação se manteve idêntica. Um passeio da Raposa, um Cruzeiro maiúsculo em solo carioca.

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