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Conheça algumas espécies de pássaros que vivem no cerrado brasileiro

Conheça algumas espécies de pássaros que vivem no cerrado brasileiro

As aves são predominantes na fauna do Cerrado, sendo consideradas as verdadeiras representantes da região

Conheça algumas espécies de pássaros que vivem no cerrado brasileiro

Que todo o território brasileiro é um grande centro de inúmeras belezas naturais não é novidade para ninguém. O país tropical, de fato, foi abençoado por Deus nesse quesito.

E, além de possuir praias paradisíacas, dunas e paredes de corais deslumbrantes, o Brasil também abriga regiões provincianas maravilhosas. O Cerrado, reconhecido, entre tantos outros aspectos, como um enorme viveiro de pássaros, é um exemplo intensamente vivo disso.

Compondo parte dos territórios de Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o bioma ocupa cerca de 197 milhões de hectares da superfície nacional total, sendo o segundo ecossistema mais produtivo do país.

Podemos definir o Cerrado como a savana brasileira, uma vez que o bioma é caracterizado por uma vegetação rasteira, com arbustos espaçados, gramíneas e árvores baixas. Ainda é subdividido em 5 classificações, sendo elas: cerradão — única que apresenta desenvolvimento florestal —, cerrado típico, campo cerrado, campo sujo e campo limpo.

Outro forte aspecto essencial ao ambiente é a abundância de recursos híbridos, além, é claro, da fauna surpreendente e da flora farta. Dentro da fauna, os animais que mais se destacam são as aves, muitas delas consideradas símbolos da região e do Brasil, sendo até mesmo reconhecidas no exterior.

Neste artigo, falaremos sobre algumas das espécies mais encantadoras que se destacam no extraordinário Cerrado brasileiro.    

Ema

A primeira ave da listagem é a célebre ema. Conhecida também como avestruz americano, essa ave é de uma linhagem próxima à do avestruz africano, entretanto, o tamanho da brasileira é menor do que o do parente.

Medindo 1,5 m e pesando até 30 kg, a ema, em muitas localidades, também é criada em fazendas, devido à grande apreciação por sua carne na região, especialmente no Centro-Oeste e Sul.

De porte grande, a ema possui pernas imensas, pescoço comprido e grande robustez. Graças às suas dimensões, ela é incapaz de voar, sendo, então, classificada como uma ave terrestre.

Para finalizar, uma curiosidade: as emas machos são as responsáveis por chocar os ovos. 

Seriema

Apesar do nome sugerir um parentesco próximo, capaz de carregar semelhanças físicas, as seriemas não se assimilam às emas.

Apresentando um tamanho médio de uma galinha, 70 a 90 cm, a espécie pesa de 1,5 a 3 kg, estando mais presente nos cenários que compõem campos abertos.  

Assim como no caso da ema, a carne das seriemas também é apreciada e, apesar de ser a proteína de alguns pratos, o animal não corre nenhum risco de extinção. 

Codorna-do-nordeste

Deflagrada pela própria denominação, a codorna-do-nordeste é uma espécie próxima à nossa costumeira codorna, mantida em criadouros e granjas.

De porte pequeno, geralmente 20 cm, pesa apenas 25 g. É parte habitante das localidades mais abertas, marcadas, na região do Cerrado, pelos campos.

A coloração das penas é o principal meio de diferenciá-las da codorna-amarela: as parcelas superiores são castanhas com suaves linhas pretas e brancas. Coroa escura, garganta clara (branca) e peito mais amarelado. Seus pequenos ovos também são caracterizados pelos tons escuros: marrons, quase pretos. 

Jaó

Também conhecido como macucauá ou sururina, o pequeno jaó pesa de 800 g a 1 kg. Pertence à família dos tinamídeos, uma das mais antigas do continente sul-americano.

Suas características físicas sugerem que a espécie é consequência do cruzamento entre uma codorna e um pombo.

Apesar do formato corpulento, o jaó desloca-se pelos chãos das matas sem fazer ruídos. Seu habitat preferido é o cerradão, especialmente as matas ciliares — que circundam os rios.

A espécie não apresenta riscos de extinção. 

Arara-azul-grande

Essa espécie é considerada por muitos como a mais encantadora presente no Cerrado.

A arara-azul-grande é uma das maiores dentro da família das araras, podendo chegar a até 1 metro de comprimento quando adulta, igualmente em peso, que geralmente atinge 1 kg.

Habita as regiões de veredas (campo limpo) e outros ambientes considerados mais alagadiços.

Uma triste estatística, entretanto, persegue o animal: a ave é uma das espécies em extinção no mundo.

 

Coruja-Buraqueira

Medindo de 21 a 28 cm, a pequenina coruja pesa apenas 150 g, podendo chegar, entre os machos, a 285 g.

Com visão e audição privilegiadas, a buraqueira se alimenta de pequenos roedores e insetos, conseguindo caçá-los até mesmo durante a noite.

A curiosa denominação advém do hábito que a espécie possui de construir ninhos entre buracos perfurados em encostas e barrancos.

É encontrada, principalmente, nas regiões de campos abertos.

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