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Montes Claros – Faculdades Prominas sediam seminário Rede Municipal de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência: fluxos e protocolos

Montes Claros – Faculdades Prominas sediam seminário Rede Municipal de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência: fluxos e protocolos

Montes Claros – É preciso que haja uma melhor articulação desses serviços para que possamos prestar uma assistência de qualidade, sem o processo de revitimização.

Montes Claros - Faculdades Prominas sediam seminário Rede Municipal de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência: fluxos e protocolos
Montes Claros – Faculdades Prominas sediam seminário Rede Municipal de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência: fluxos e protocolos

 

Na manhã desta terça-feira (02), a pauta nas Faculdades Prominas foi diferente. O dia começou em clima de reflexão com o seminário “Rede Municipal de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência: fluxos e protocolos”, promovido pela prória Rede que dá nome ao evento, em parceria com órgãos sediados na cidade que ajudam no enfrentamento desse problema.

O evento objetivou o esclarecimento de informações sobre a violência doméstica em Montes Claros. E além de trazer um resgate histórico sobre a Rede de Enfrentamento a Violência contra as Mulheres, ele  também  apresentou os protocolos e fluxos elaborados para que o público pudesse contribuir.

De acordo com Claúdia Maia, que é professora universitária e coordenadora do grupo de pesquisas Gênero e Violência, “momentos como esse são um marco histórico, pois ele não só coloca em debate a violência contra a mulher, como também procura soluções para proteger e dar mais asssitência às vítimas”, disse.

Quem também esteve presente foi o promotor de justiça e professor universitário, Guilherme Roedel Fernandes Silva, que explicou qual o papel do poder judiciário no combate a esse tipo de agressão.

“Dentro das minhas atribuições, eu ajudo a fomentar essa articulação entre os diversos serviços públicos e a organização da sociedade civil na busca pela prevenção e  erradicação das formas de violência, como também pela responsabilização dos agressores. Fato é que esse é um problema grande no nosso país, que é estrutural e que não é combatido apenas com direito penal. É necessário trabalharmos a questão educacional e de conscientização”, afirmou

A discussão sobre o assunto é cada vez mais frequente nas plataformas digitais e midíaticas e o promotor completou seu raciocínio, esclarecendo o porquê da necessidade desse execesso de dicussão sobre a temática.

“É fundamental estarmos sempre falando sobre isso, porque a violência contra as mulheres costuma acontecer de forma silenciosa. É essencial que continuemos trazendo esse conteúdo a tona, para que possamos retirá-lo de debaixo do tapete e para que compreendamos melhor as suas causas e as soluções para impedir a sua continuidade”, ratificou.

Uma das participantes da Rede e integrantes da ação é a Thereza Raquel Martinez, que além de lecionar nas Faculdades Prominas, na graduação de direito, também trabalha em um hospital local, prestando apoio as mulheres que sofreram violência doméstica. A docente expõe a relevência da integração dos órgãos competentes.

“Aqui estiveram presentes várias entidades que trabalham em prol da violência contra a mulher, todavia, até então de forma desorganizada. É preciso que haja uma melhor articulação desses serviços, para que possamos prestar uma assistência de qualidade, sem o processo de revitimização. O evento vem para trazer o protocolo institucional de melhoria desse suporte, estabelecendo quais são os parceiros e qual a função de cada um nesse processo e no fluxo de encaminhamentos”, comentou.

Como educadora, Thereza, elucidou ainda, o motivo de trazer esse diálogo para o âmbito estudantil.

“Um dos nossos eixos e pilares hoje, discute exatamente os trabalhos de prevenção e os dados em relação a violência. Sabemos que a academia tem um papel importantíssimo, não só nas discussões, de cunho científico,  mas também na potencialidade desse assunto em relação às salas de aula. Então, mais do que produzir trabalhos que servem como base, é preciso discutir, na área acadêmica, essa questão da violência, porque as vezes ela chega aos lares dos nossos estudantes e os próprios não sabem o que fazer”, concluiu.

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