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Turismo brasileiro é um dos setores que sofrem maior impacto pela pandemia

Turismo brasileiro é um dos setores que sofrem maior impacto pela pandemia

Desde março, as perdas somam bilhões. Para sobreviver ao período, empresas precisam ser solidárias e empáticas com clientes e colaboradores. Retomada ainda tem data incerta.

Turismo brasileiro é um dos setores que sofrem maior impacto pela pandemia

Os efeitos da pandemia causada pelo novo coronavírus foram rapidamente sentidos pelo setor de turismo. Na primeira quinzena de março, quando as medidas de isolamento começaram a ser cogitadas no Brasil, o setor perdeu R$ 2,2 bilhões. O estudo foi realizado pelo economista Fábio Bentes.

O cenário atual é de contenção de danos. Empresas estão remarcando passagens e hospedagens sem cobrar taxas, além de ampliarem o prazo da viagem, por exemplo. A previsão pós-pandemia inclui uma preferência por destinos nacionais. Nesse sentido, optar pela passagem Kaissara é uma boa escolha.

Relação entre coronavírus e turismo

Quando o assunto é a COVID-19, doença infecciosa causada pelo novo coronavírus, a principal preocupação está relacionada a rápida transmissão. Apesar de não ter uma taxa de mortalidade tão alta quanto a de outras doenças, o grande número de infectados resulta em um colapso no sistema de saúde.

Dessa maneira, se há dificuldade em prestar atendimento àqueles que necessitam, essa taxa de mortalidade pode aumentar. Por isso, a medida que está sendo adotada em todo o mundo é o isolamento social. Ele representa uma tentativa de frear a transmissão do vírus em larga escala.

Essa nova realidade afetou diferentes setores em todo o mundo, mas o turismo foi um dos primeiros a sentir as mudanças. A pandemia teve início na China, país que mais envia turistas em todo o mundo. Ou seja, antes de ser uma questão mundial, o turismo já sofria com os cancelamentos por parte desse público.

Depois, muitos países fecharam as fronteiras para diminuir a circulação. Estima-se que 93% da população mundial vive em países que adotaram medidas restritivas, segundo dados da Pew Research Center. Esse foi um ponto-chave para o turismo, pois, com essa limitação, as viagens começaram a ser adiadas ou canceladas.

No Brasil, há um grande esforço para incentivar o adiamento e evitar o cancelamento das viagens. Isso porque os prejuízos do cancelamento podem ser ainda maiores quando se pensa no futuro do setor.

Importância para a economia

O turismo é um setor fundamental na economia mundial. Segundo dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês), em 2018 o setor foi responsável por movimentar 10,4% da atividade econômica global. Além disso, 319 milhões de novos empregos foram gerados.

Em terras brasileiras, os dados da mesma instituição mostram que o turismo foi responsável por uma receita de 150 bilhões de dólares, em 2018. No entanto, a pandemia mudou este cenário e o país está entre os que serão mais afetados pela crise, segundo o WTTC.

Hora de se adaptar

A quantidade de profissionais envolvidos na cadeia do turismo é muito grande. Ela vai do agente de viagem e o setor hoteleiro até o profissional autônomo que trabalha nos destinos. Por isso, o impacto toma grandes proporções e afeta cada um de forma variada.

No entanto, alguns conseguem se adaptar ou se reinventar para minimizar os efeitos da pandemia. Ao redor do mundo, diversas redes de hotéis ofereceram quartos para os profissionais da saúde que não podem voltar para casa. Assim, eles evitam o contato com a família e têm um lugar confortável para descansar.

Outra possibilidade que está sendo explorada por hotéis e pousadas é o aproveitamento da cozinha. Nela, é possível preparar refeições que podem ser doadas ou comercializadas.

Viajantes estão atentos

As pessoas estão mudando a maneira de consumir e buscam, cada dia mais, estar conectadas às empresas e suas atitudes. Nesse momento de pandemia, os viajantes estão prestando atenção nos negócios que estão sendo caridosos de alguma maneira.

A análise vai além de atitudes solidárias, como oferecimento de quartos e refeições. Eles também acompanham questões econômicas e sabem quais empresas estão demitindo e quais fazem esforços para manter a equipe.

Outro ponto importante por parte das organizações é a oferta flexível de remarcação ou reembolso. É fundamental definir uma equipe apenas para cuidar desses casos, oferecendo uma resposta rápida e eficiente. Este é um quesito crucial para o quem quer ter boa imagem no pós-crise.

De acordo com a pesquisa Trvl Lab do Panrotas, 51% dos entrevistados afirmaram que não pretendem comprar serviços e produtos de empresas que não estão sendo solidárias. Essa atitude esperada é referente tanto aos clientes quanto aos colaboradores.

Por isso, o empreendedor que não quer ver a crise ser prolongada deve trabalhar em ações efetivas e cuidar da sua imagem como marca. Em tempos como esse, essa é uma atitude que pode salvar ou condenar uma organização.

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