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Montes Claros – Entrevista: Jhon Kennedy

Montes Claros – Entrevista: Jhon Kennedy

2ª Mostra Pequi de Áudio Visual é passado, mas produtores e atores premiados ainda são noticias. Assim o Jornal Montes Claros resolveu ir atrás destas pessoas numa série de entrevistas procurando saber quem são e o que pensam, dentro deste universo fantástico de cinema e vida. Entrevistamos hoje um ator dos mais carismáticos da Cena teatral de Montes Claros, que agora se desponta forte nas telinhas, sendo premiado como melhor ator-Coadjuvante na Mostra Pequi de Cinema, Sem frescura e sem Censura Jhon Kennedy.

Jhon Kennedy
Jhon Kennedy

 

Concedida ao Repórter de Arte e Cultura Adilson Cardoso.

Adilson Cardoso: Vamos começar bem direto, quem é Jhon Kenneddy?

Jhon Kennedy: Um montesclarense de 42 anos, apaixonado pelo mundo da arte de interpretar e, quero através dela sendo no palco ou na tela, provocar sentimentos a quem assiste.

AC: Como é que surgiu a arte na sua vida?

JK: Desde pequeno já despertava o desejo de ser ator, sempre participei de pequenas apresentações na igreja e em escolas, no qual sempre tive um bom empenho na arte de atuar, sempre destacando e recebendo elogios. Em 2003 participei e conclui a minha primeira oficina de teatro, mas só comecei atuar em 2010, onde me apaixonei pela arte de interpretar com intuito de seguir carreira artística profissional.

AC: Do Teatro para o Cinema como foi à transição?

JK: Esse foi mais um grande desafio, pois, O cinema e o teatro são duas linguagens muito diferentes, apesar de muito próximas. Com todas as dificuldades encontradas, tive apoio de diretores brilhantes que depois de muito estudo, paciência e orientação, conseguimos alcançar os objetivos propostos para interpretação em tela.

AC: Quais as suas principais referências?

JK: Existem várias tanto nacionais quanto internacionais, mas atualmente, tenho me espelhado no ator, Mateus Solano pela sua magnífica interpretação.

AC: Como é feita a preparação para os seus personagens?

JK: O primeiro passo é conhecer a intenção do diretor para o personagem, depois conhecer melhor, este personagem, através da leitura branca, pesquisas e trabalhos de laboratório. É um trabalho difícil, mas gratificante, quando a composição do personagem, torna se um ser real para os olhos de quem o assiste.

AC: Um ator de Teatro e do cinema que você admira?

JK: Do teatro posso destacar dentre muitos, Mateus Solano. Do Cinema posso destacar entre muitos, o saudoso Charles Chaplin

AC: Após mais uma Mostra Áudio Visual em Montes Claros, levando para casa o premio de melhor ator – Coadjuvante qual é sentimento?

JK: Foi um sentimento de surpresa, pois não esperava ser indicado e premiado pela atuação no curta “Pó de Apolo”. Agora, não resta duvida, é muito gratificante ter um trabalho reconhecido dentre outros já realizados. Sei que tenho muito que aprender, esse prêmio veio mostrar que estou no caminho certo.

AC: Em sua opinião o que significa esta mostra de cinema para a cidade enquanto pólo cultural?

JK: Significa crescimento positivo para Montes Claros, que é considerada a cidade da Arte e da cultura. A realização dessa mostras foi à primeira porta de entrada de obra audiovisual dos artistas montesclarences, para mostrar suas artes através de conteúdos produzidos para o jornalismo, publicidade, produção independente para televisão, câmera de celular e cinema.

AC: Vimos que houve uma diferença de público entre uma Mostra e outra, a segunda com um numero menor, em sua opinião qual foi o motivo da queda?

JK: Por mais que se planeje e esteja com o controle de tudo, sempre podem ocorrer esses imprevistos, sendo uma falha de divulgação, falta de mais apoio do incentivo cultural da região ou por outros eventos realizados na mesma data. O importante é trabalhar esses erros e buscar novas alternativas, para alcançar número maior de público nas próximas Mostras.

AC: Em sua opinião qual o ponto alto positivo da Mostra, e qual seria o negativo, algo que você acha que deveria ser melhor?

JK: Ponto Positivo: Ajuda na valorização e crescimento da arte na nossa região, utilizando inúmeros recursos disponíveis no dia a dia, possibilitando uma maior eficiência na exibição de produto audiovisual, estimulando a criação e divulgação dos mesmos, incentivando a descoberta de novos talentos. Ponto Negativo: Uma maior valorização da mostra Audiovisual, por parte do incentivo cultural da nossa região.

AC: Qual o diretor do cinema brasileiro mais lhe agrada e por quê?

JK: Cineasta e diretor de televisão Miguel “Guel” Arraes de Alencar Filho, provou ser um excelente profissional, quando recebeu vários prêmios com a direção do filme O Auto da Compadecida, Os Normais, A Grande Família e Ó Paí Ó.

AC: Qual o diretor do cinema estrangeiro mais lhe agrada e por quê?

JK: O cinematógrafo Fernando Argüelles, pela direção da série americana Prison Break.

AC: Um filme Brasileiro que não recomendaria e por quê?

JK: O filme “Tô Ryca”, que apesar do gênero ser comédia é difícil rir, mesmo ocorrendo um exagero constante nessa tentativa de humor. O primeiro papel em longa metragem de Samanta Schmütz prova que ainda falta preparo para a atriz.

AC: Deixe uma mensagem para os seus fãs:

JK: Agradeço a Deus, em poder compartilhar momentos especiais, com pessoas maravilhosas, que tive a sorte de ir encontrando pela vida. Vocês são tesouros preciosos, uma graça quase divina, uma felicidade constante!

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