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Coluna do Nilson Apollo – COPA DO MUNDO 2018… Não, obrigado, estamos satisfeitos…

Coluna do Nilson Apollo – COPA DO MUNDO 2018… Não, obrigado, estamos satisfeitos…

No ano de 2014, eu escrevi sobre os possíveis eventos que poderiam advir pós a derrota sofrida diante da poderosa Alemanha…

Algo me dizia que o futebol nunca mais seria o mesmo para nós após aquele humilhante golpe sofrido… 07 x 01 em pleno Mineirão…

Como a maioria dos brasileiros, eu sempre gostei de futebol, mas, como a “coisa mais importante, entre as que não tem importância”… Até joguei muito futebol, embora muitos não acreditem… Dizem que não levo jeito. Mas jogava, e era um amador mediano, habilidoso, goleador, mas não um craque…

E mesmo jogando, estando no meio de quem jogava e debatia, sempre me irritou a paixão demonstrada nos encontros, onde eu percebia que os “caras” sabiam tudo sobre o campeonato, guardavam na memória a escalação de seus times de 10,20,30 anos atrás, mas nunca tinham lido um livro sequer…  Gastavam energias e dinheiro com o esporte, mas nada de quererem evoluir…

Eu odiava a Argentina no futebol, e em segredo, sabia que nem era somente pelo futebol, pois no futebol somos melhores do que eles, mas, eu sabia que ele tem 05 prêmios nobel, e nós nenhum…. Já que ninguém de meu círculo sabia disso, e nem se importavam, nem sentiam dores por causa disso…. Falávamos somente no futebol…

Mas, eis que vem a COPA DO MUNDO NO BRASIL… e minha conclusão e reflexão à época (08/07/14), foi essa, que segue abaixo

“ENTERREMOS O PAÍS DO FUTEBOL E HONREMOS AO BRASIL DA ESPERANÇA.

Por quase cem anos a paixão de todo brasileiro, bem mais do que o carnaval, sempre foi o futebol. Ainda que alguns queiram se apresentar como “indiferentes” torcendo contra o Brasil em uma partida deste esporte, eu nunca acreditei nesse ódio total ao selecionado canarinho, pois a simbiose é inevitável, e torcer pela seleção brasileira faz parte de nossa cultura, se não fosse assim, nem mesmo os que se dizem contrários sustentariam tanto, ou alardeariam fanaticamente essa paixão contrária.

Sempre torcemos para o Brasil com paixão igual ou maior a que a maioria dos alemães torciam para o nazismo de Hitler, que pregava a supremacia e domínio sobre os diferentes povos. O nazismo, como o futebol, dividia famílias, movimentava multidões, consumia renda e força de trabalho da população, era também seguido como uma religião do povo, enquanto Hitler cada vez mais era endeusado com suas ideias registradas no livro Mein Kampf, que era a bíblia desses fanáticos, enquanto os campos de extermínios seriam os locais de culto, onde os contrários às ideologias daquela “seita” eram sacrificados de forma cruel e mais sádica possível.

Hoje, com um olhar técnico sobre as táticas de guerra e capacidade de oratória e liderança daquele eloquente líder, contando com a lavagem cerebral infringida sobre o povo alemão, podemos dizer que sim, eles fizeram o mundo tremer diante deles e do gênio do mau, Adolf Hitler.

As inúmeras vitorias em combates variados, fossem em terra, água e ar, faziam deles semideuses na arte marcial (arte da guerra), e nada os deteriam caso não fossem derrotados pela união das três potencias – Rússia, Inglaterra e EUA.

A Alemanha, tal como conhecemos hoje, com sua economia estável, povo saudável, civilizado, culto, pacifico, próspero e moderno, precisou ser HUMILHADA e ferida em seu maior orgulho, o nazismo, e a tão defendida superioridade eugênica para serem agora o que são, um país de vanguarda, e exemplo para o mundo.

Creio que chegou a nossa oportunidade, pois fomos também feridos em nosso maior orgulho nacional, saímos das páginas gloriosas da história futebolística para ocuparmos lugar nas mentes e corações de todos os amantes deste esporte em todo o mundo, como uma das maiores derrotas e humilhação sofrida em campo em todos os tempos, e pior, em nossa própria casa.

Dói, dói muito, mas eis aí a oportunidade de plena libertação e conscientização de que nossa identidade, nosso hino, nossas cores, nosso povo e nossas emoções nunca mais deverão ser usados para nada que ocupe o lugar de DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA em nossos corações…

Este será o lado bom disso tudo, a nossa libertação…e quiçá, o RENASCIMENTO da nação, que ainda é carente de evolução e priorização de seu maior patrimônio, seu povo…

Que continuemos apreciando o esporte, porém, estando cônscios de que podemos ser e fazer muito mais com toda essa energia e paixão que por anos a fio temos gastado com divertidas irrelevâncias…

PARABÉNS ALEMANHA, E CABEÇA ERGUIDA BRASIL!!!!!”

 

 

Nilson Apollo Belmiro Santos
Nilson Apollo Belmiro Santos

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